A maioria das firmas de arquitectura desenha. Algumas também constroem. Muito poucas fazem ambas as coisas — e ainda menos são donas daquilo que acontece depois.
Os meus pais fundaram a GAVINHO em 1990. Um pequeno atelier de arquitectura. Rigoroso, pessoal, enraizado no ofício. Cresci dentro dele. Depois entrei nele. Depois comecei a mudá-lo. Não porque o que construíram estava errado — mas porque o mundo mudou, e vi uma possibilidade diferente.
Ao longo dos últimos anos tenho vindo a construir, em silêncio, qualquer coisa maior. Criámos a nossa própria construtora — não para escalar, mas para controlar a qualidade de ponta a ponta. Começámos a desenvolver os nossos próprios imóveis. Construímos um sistema operativo cognitivo que transforma comunicação de projecto em verdade estruturada. Trabalhamos agora em dois dos maiores projectos hoteleiros de Lisboa.
E ainda estamos a começar.